Meus pais chegaram na cidadezinha interiorana de Rio belo, era daquelas típicas cidades pequenas: Os cachorros dos vizinhos soltos, as crianças brincando nas ruas, os senhores e senhoras em suas cadeiras na frente das casas trocando fofocas. Além da estrada de barro e lamacenta(devido ao inverno que chegava) e cheia de buracos.

As Priminhas Gostosas

Eu estava indo visitar Sheila e Maria, minhas duas primas que não via desde a infância porque elas sairam da cidade grande e foram morar no interior, que acharam que seria melhor. Agora que terminei o ensino médio, meus pais queriam que eu fosse passar as férias com meus tios, e eu aceitei.

A saudade batia forte no peito, e a ansiedade aumentou quando o carro parou na frente de uma casinha velha de alvenaria. Ali estava minha tia na cadeira, foi a primeira a me receber quando desci do carro.

-Lucio!

Ela me dá um abraço apertado, senti seus seios gigantes e macios se apertarem contra meu peito, ela tinha quarenta anos mas sempre achei uma mulher bonita. Ela me olha com um brilho nos olhos.

-Você tá tão grande! Lembro de você pequenininho brincando com minhas filhas…

-Passou rápido não é tia?

-Muito rápido! Você tá um homão!

Eu sorri para ela e depois disse:

-Onde estão Sheila e Maria?

-Foram comprar pão e já devem estar voltando!

-Ha sim!…

-Pode entrar meu filho, elas logo vêm!

-Ok!

Entrei na casa, e me sentei no sofá com a mala na mão, olhei ao redor e a casa parecia bem vazia mas tinha cara de casa de cidade grande, inclusive uma TV bem grande.  As casas não eram mais como eu imaginava.

Um minuto depois vi duas mulheres entrarem, altas, morenas de pele clara, corpão de deixar qualquer um babando. Eu dei aquela olhada, elas estavam de camisola e eu podia ver as polpas marronzinhas da bunda dela, alem da calcinha branca enterrada no meio. Ela estavam falando com a tia.

-Tá mãe! Eu só comprei uns bombons! Pare com isso!

-Você gastou o troco com porcaria?

-É! Eu tava afim de comer doce!

-Pois vá trabalhar que vai poder comer todo o doce que quiser!

A mais velha(Sheila) , era quem discutia. Ela foi em minha direção furiosa e percebeu minha presença.

-LÚCIO!

Eu me levanto e recebo um abraço apertado e gostoso dela. Senti seu perfume macio e seus seios no meu peito. Passei as mãos nas costas largas dela, quase cheguei na bunda mas me controlei. Ela também sentia meu peito colado no dela, e isso me deixou excitado.

-Quanto tempo não é?

-Pois é! Tava sentindo saudades de alguém pra brincar comigo!

Ela me olhou de cima pra baixo( e eu obviamente ja tinha feito isso com ela) e disse:

-Você tá grande!

-E você também!

-Ai que abraço gostoso!

Ela me abraçou novamente. Logo vi que Maria, a mais baixa e mais nova, chegou para me abraçar.

-Eai meu primo! Como você está?

Ela me abraçou e sentia seus seios pontudos também, ela era bem mais quente que Sheila.

-Tá grande não é?

Ela disse olhando pra mim, e Sheila complementa:

-Tá mesmo…que corpo lindo!

Eu fiquei meio sem jeito mas respondi.

-O de vocês também…

Ela deram risadas gostosas, e olharam pra mim.

-E tá mais educado também! Não parece aquela pestinha que caçava conversa com a gente!

Titia grita da porta:

-Eu já vou indo, fiquem com Deus!

-Tchau mãe!

-Tchau tia!

Ela fechou a porta e ficamos só nós três. Eu pergunto a elas:

-Cadê o tio?

Sheila responde:

-Ta dormindo, é só o que ele sabe fazer!

Maria complementa:

-É, ele vive no quarto ou na frente de casa… Bora tomar um café?

-Bora!

Respondi e segui elas até a cozinha. Tomamos café para relembrarmos das brincadeiras de infância, de o quanto nossa infância foi divertida e de quanto sentimos saudades desses tempos que não voltam mais. Sheila diz no final da conversa

-São tempos que não voltam mais, mas podemos viver um momento de nostalgia e brincar…

Maria responde:

-Como assim louca? a gente ta grande demais!

-Nada impede de a gente brincar de pega-pega, pique-esconde, de bola…

Eu entro na conversa:

-Podemos  brincar de lutinha, hahaha!

Eu disse sorrindo e elas arregalaram os olhos e disseram em coro:

-Verdade!

Maria diz:

-Caramba! lembro que a gente vivia fazendo isso!

-Lembro que eu sempre ganhava de você…

Sheila diz em desafio. Eu respondo:

-Ah é? vamos ver se agora que eu cresci vai conseguir me derrubar!

– Isso é um desafio?

-Acho que sim….

-Então bora!

Sheila se levanta e diz:

-Vamos ver se consegue aguentar esse corpão em cima de você.

Eu fiquei com o coração palpitando, vi aquele mulherão se aproximando e senti que meu penis começou a despertar.

-Segura!

Segurei em cada braço dela e nos derrubamos.

-Que se levantar é o ganhador!

Falou Maria que estava se divertindo nos assistindo. Sheila pôs as mãos no meu peito para evitar que eu levantasse o torso, mas eu consegui e ela empurrou de novo e montou sua bundona na minas pernas. Sentia as nádegas frias dela se esfregando na minha perna.

-Vai grandão! me levanta!

Eu propositalmente não fiz todo o esforço que eu podia fazer, fiquei fingindo que era fraco. Senti aquelas pernas suculentas ao meu redor, senti aquele corpão em cima de mim e meu pênis ficou rígido.

-Vai! Ta fraco demais! Nem parece que tomou  café!

Eu fiz mais esforço, e Sheila para evitar que eu saísse, sentou bem na minha virilia. Nossa! Como era gostosa a bunda dela! Senti toda aquela polpona fria e macia em volta do meu  pênis quente e grosso, e senti sua buceta quente roçando nele por cima da calça enquanto ela se esforçava pra me deixar no chão. Meu pênis ficou prazerosamente confortável envolto naquela massa fria.

-Aahrg! Ummmmm….ummmm

Ela gemia com o esforço que fazia, e fiquei com muito tesão daquilo, meu pau virou uma pedra, dei uma empurrada gostosa com ele na buceta emcharcada dela! Ela me olha com os olhos arregalados e se levanta!

-Que foi?

Pergunto nervoso.

-Nada… a gente ta grande demais pra isso não é? …

Maria aparece.

-Deixe de frescura irmã, você mesma disse que podemos! Agora é minha vez!

Maria viu meu volume mas mesmo assim montou nele com gosto. Ela era bem mais agitada que Sheila(até por ser mais novinha) e não parava quieta. Meu pau roçou bem apertado na buceta dela que  estava molhando a calcinha. Ela gemia também, fazendo esforço para me deixar no chão.

E eu que não sou bobo fingi ser fraco pra poder encoxar aquela delícia.

-humm….aaaaii….argh!

Ficamos ali uns minutos, eu roçava bem gostoso nela e ela parecia estar amando aquilo. Depois de umas trinta vezes eu tava quase gozando até que alguém chegou na porta da sala.

-Sheila?

Era o tio, rapidamente Maria se levanta e ajeita a camisola. Meu tio, que já tinha lá seus sessenta anos, disse:

-Maria? Sheila?

Sheila reponde.

-Oi papai! Olhe quem chegou…

Ele me viu e eu fui dar um abraço nele.

-Tá um rapazão! Meu sobrinho!

-Quanto tempo não é tio?

-Sim meu Sobrinho, estava com saudades!

Depois disso eu fui ajeitar a mala no quarto, e no banho, jorrei o gozo que segurei  quando havia encoxado Maria. Foi delicioso. Imaginei que ela também tenha adorado, pois me olhou com cara de safada quando fomos almoçar.